Lack of Investment in Research Puts a Country at a Disadvantage Across All Sectors

INNDECORP

 

Falta de Investimento em Pesquisa Coloca o País em Desvantagem em Todos os Setores


Investment in research and development (R&D) is one of the key pillars of sustainable growth for any nation. Countries that neglect this area face serious setbacks across multiple sectors—economic, social, technological, and environmental. This article explores how insufficient funding for research impacts the three main sectors of the economy (primary, secondary, and tertiary), highlighting examples of countries like Brazil that struggle structurally due to a lack of commitment to science and innovation. The tone is academic yet accessible, aiming to spark interest and reflection among a wide audience.


Introduction

Science drives progress. When a country invests in research, it is not only betting on scientific discovery but also securing jobs, improving public health, preserving the environment, strengthening the economy, and gaining strategic global positioning. Unfortunately, many developing nations fail to prioritize research, often due to political or economic constraints. The lack of consistent, robust support for scientists and innovation has far-reaching and often overlooked consequences.


1. The Role of Research in Each Economic Sector

Primary Sector (Agriculture, Fishing, Extraction)

Research in the primary sector is crucial for developing more sustainable practices, improving productivity, and reducing environmental impact. Countries that invest in biotechnology and agricultural engineering benefit from higher yields, more resilient crops, and better water management.


In Brazil, although agriculture is a leading export industry, much of its success depends on research institutions like Embrapa. However, budget cuts over the years have weakened its capacity to innovate. Without fresh investments, the sector risks stagnation and increased vulnerability to climate change.


Positive example: Israel, a country with limited land and harsh climate, has become a global leader in smart irrigation and precision agriculture thanks to its ongoing commitment to agricultural research.


Secondary Sector (Industry)

Industrial development is deeply tied to technological innovation. Advancements in automation, artificial intelligence, clean energy, and advanced manufacturing all stem from sustained research efforts.


Brazil’s industrial sector suffers from low productivity and high dependence on imported technology. Domestic companies often rely on solutions developed in countries like Germany, South Korea, and China—all of which invest heavily in industrial R&D. Without homegrown innovation, Brazil risks job loss, reduced competitiveness, and deeper economic dependency.


Consequence: Brazil’s premature deindustrialization is partially the result of weak investment in technological research within its industries and universities.


Tertiary Sector (Services)

Services such as healthcare, education, information technology, and finance benefit immensely from scientific research. Evidence-based medicine, modern teaching methods, and innovative startups all originate in well-funded research environments.


Without consistent investment in university-based research, Brazil risks producing underprepared professionals and running an outdated healthcare system. The COVID-19 pandemic was a powerful reminder of the importance of local scientific capability, as institutions like Fiocruz and the Butantan Institute played key roles in testing, ventilator production, and vaccine development.


Negative example: Many African countries, with limited scientific infrastructure, had to rely entirely on external solutions to respond to the pandemic—delaying responses and increasing casualties.


2. Social and Economic Consequences of Underfunding Research

The consequences of underfunding research go far beyond academia. It deepens inequality, weakens national sovereignty, hinders democratic progress, and increases dependency on foreign nations. The so-called "brain drain"—when researchers emigrate due to lack of support—is a clear and damaging symptom.


Alarming data: Between 2015 and 2023, Brazil cut nearly 70% of its federal science and technology budget. During the same period, more than 20,000 Brazilian researchers left the country seeking better opportunities abroad.


3. What Successful Countries Are Doing Right

Countries that lead the global economy today all share one trait: strong investment in science and technology. South Korea, for example, transitioned from an agricultural economy to a tech powerhouse in just a few decades through massive investment in education, innovation, and talent development.


Germany is another case in point. Even in times of crisis, it continues to support applied research through programs like the Fraunhofer Institute, recognizing science as a long-term engine for growth and security.


These countries understand that science is not an expense—it's a high-return investment.


Conclusion

Failing to invest in research is a strategic mistake with long-lasting consequences. When a nation neglects its scientists and fails to support innovation, it compromises its future in every area—from food production to public health, industry to education. Reversing this trend is urgent.


Valuing research means valuing life, knowledge, and the well-being of society. Governments, businesses, and citizens alike must recognize that investing in science is not a luxury—it is a necessity.



O PAPEL DA REGULAÇÃO INTESTINAL NA MANUTENÇÃO DA SAÚDE DO TECIDO TEGUMENTAR

As Editoras

O PAPEL DA REGULAÇÃO INTESTINAL NA MANUTENÇÃO DA SAÚDE DO TECIDO TEGUMENTAR


Como a regulação da microbiota intestinal pode contribuir significativamente para o tratamento de diversas condições dermatológicas.


Resumo: O equilíbrio intestinal é fundamental para a estética, influenciando diretamente a aparência e a vitalidade da pele, cabelos e unhas. Uma microbiota equilibrada favorece a absorção e o metabolismo de nutrientes essenciais, como vitaminas, minerais e antioxidantes, que auxiliam na renovação celular e no fortalecimento da barreira cutânea. Distúrbios intestinais, como disbiose e inflamação, estão frequentemente ligados a manifestações dermatológicas, incluindo acne, dermatite, psoríase e envelhecimento precoce. O eixo intestino-pele representa uma via biológica em que alterações gastrointestinais, como inflamação e disbiose, podem impactar a qualidade da pele por meio de mecanismos imunológicos e metabólicos. Além disso, a alteração da permeabilidade intestinal pode favorecer a liberação de toxinas e substâncias inflamatórias na circulação sanguínea, comprometendo a integridade da pele. Objetivo deste estudo: analisar a partir de uma revisão da literatura a influência da regulação intestinal na manutenção da saúde do tecido tegumentar, considerando os impactos da microbiota intestinal, da permeabilidade intestinal e dos processos inflamatórios na estética da pele. Metodologia: revisão sistemática de literatura para investigar a influência da regulação intestinal na saúde do tecido tegumentar, com foco na microbiota intestinal, permeabilidade intestinal e inflamação. Os artigos serão avaliados quanto à qualidade metodológica e organizados por tipo de estudo, população, intervenções e resultados. A análise será qualitativa, seguindo as diretrizes PRISMA, com foco em identificar padrões e evidências que conectem a regulação intestinal à saúde da pele e suas implicações terapêuticas. Conclusão: a regulação da microbiota intestinal pode contribuir significativamente para o tratamento de diversas condições dermatológicas, fortalecendo o sistema imunológico e reduzindo a inflamação sistêmica. Assim, este estudo enfatiza a relevância de estratégias integrativas, como o uso de probióticos, prebióticos e intervenções nutricionais, para promover a saúde estética da pele, oferecendo uma nova abordagem no cuidado dermatológico a partir da perspectiva intestinal. 

Palavras-Chave: Saúde da pele; Microbiota intestinal; Probióticos; Permeabilidade intestinal; Dermatologia; Eixo Intestino-Pele.



ARTIGO COMPLETO


Referências:
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Referência

Estudo/Objetivo

Tipo de Estudo

Métodos

Resultados Principais

Conclusões e Relevância

KALIL, Célia Luiza Petersen Vitello; CHAVES, Cristina; DE VARGAS, Artur Stramari; CAMPOS, Valéria Barreto. Uso dos probióticos em dermatologia: revisão. Dermatologia Cirúrgica e Cosmética, 2020.

Revisão sobre o uso de probióticos em dermatologia

Revisão

Revisão bibliográfica sobre o uso de probióticos em doenças dermatológicas.

Probióticos mostram eficácia em diversas condições de pele, como acne, rosácea, e eczema.

O uso de probióticos pode ser uma alternativa terapêutica promissora em dermatologia, especialmente para condições inflamatórias.

CALATAYUD, Paola Andrea. O papel do intestino nas doenças dermatológicas: uma revisão da literatura. 2020.

Revisão do impacto da microbiota intestinal em doenças dermatológicas

Revisão

Revisão bibliográfica de estudos sobre a microbiota intestinal e doenças de pele.

A microbiota intestinal está envolvida no desenvolvimento de diversas condições dermatológicas.

O estudo sugere que a saúde intestinal pode influenciar diretamente a saúde da pele, destacando a importância de uma abordagem holística no tratamento dermatológico.

SARRACINE, Ingrid Almeida; LIMA, Danielle Santos; COSTA, Maria Júlia Chagas. Microbiota do sistema gastrointestinal e como sua saúde influencia na qualidade da pele. 2024.

Revisão sobre a influência da microbiota gastrointestinal na saúde da pele

Revisão

Análise de como o equilíbrio da microbiota intestinal afeta a saúde dermatológica.

Uma microbiota saudável contribui para uma pele saudável, com impacto na prevenção de doenças dermatológicas.

A microbiota gastrointestinal é um fator crítico na saúde da pele e pode ser manipulada para melhorar as condições dermatológicas.

DE PESSEMIER, Britta; GRINE, Lynda; CALLEWAERT, Chris; et al. Eixo intestino-pele: conhecimento atual da inter-relação entre disbiose microbiana e condições de pele. 2021.

Revisão sobre a interação entre disbiose intestinal e doenças de pele

Revisão

Revisão dos mecanismos da relação entre disbiose intestinal e condições dermatológicas.

A disbiose intestinal está ligada ao agravamento de doenças de pele como acne, psoríase e eczema.

A pesquisa enfatiza a importância de uma microbiota equilibrada para prevenir e tratar doenças dermatológicas.

CHULUCK, Jonas Bruno Giménez; MARTINUSSI, Gabriela Ortiz Galetti; DE FREITAS, Diego Macêdo; e outros. A influência da microbiota intestinal na saúde humana: uma revisão de literatura. 2023.

Revisão sobre a influência da microbiota intestinal na saúde humana e sua relação com a pele

Revisão

Revisão bibliográfica sobre o papel da microbiota intestinal nas doenças dermatológicas.

A microbiota intestinal desempenha um papel fundamental na regulação da saúde da pele e na prevenção de doenças.

O estudo reforça a necessidade de uma abordagem integrativa que leve em consideração a microbiota intestinal na manutenção da saúde da pele.

MARTINS, Thailaine Scotti; ANDRADE, Mariana Moreira. Eixo intestino-pele: a influência da microbiota intestinal no envelhecimento cutâneo. Jornal BWS, 2023.

Revisão sobre o impacto da microbiota intestinal no envelhecimento cutâneo

Revisão

Revisão da literatura sobre a relação entre a microbiota intestinal e o envelhecimento da pele.

A microbiota intestinal afeta a função de barreira da pele, podendo influenciar no envelhecimento cutâneo.

A manutenção da saúde intestinal pode ter um papel crucial no retardo do envelhecimento cutâneo e na saúde geral da pele.

SAAD, Susana Marta Isay. Probióticos e prebióticos: o estado da arte. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, 2006.

Revisão sobre os efeitos de probióticos e prebióticos na saúde humana

Revisão

Análise dos efeitos terapêuticos dos probióticos e prebióticos.

Probióticos e prebióticos têm efeitos positivos na saúde digestiva e na modulação da imunidade.

Probióticos e prebióticos podem ser usados ​​como terapia complementar para diversas condições de saúde, inclusive as dermatológicas.

KOROTKY, NG; PESLYAK, MY Psoríase como consequência da incorporação de beta-estreptococos na microbiocenose de intestinos altamente permeáveis. [sd].

Investigação sobre a relação entre psoríase e beta-estreptococos na microbiota intestinal.

Estudo Experimental

Estudo experimental sobre o impacto dos beta-estreptococos na psoríase.

A presença de beta-estreptococos na microbiota intestinal está associada ao desenvolvimento da psoríase.

Uma pesquisa sugere que a psoríase pode estar relacionada a um desequilíbrio microbiológico intestinal, oferecendo novas perspectivas para o tratamento.

PAPPAS, Apostolos. A relação entre dieta e acne: Uma revisão. Dermato-Endocrinologia, 2009.

Revisão sobre a relação entre dieta e acne

Revisão

Revisão dos efeitos da dieta na acne e na microbiota propriamente dita.

Dieta rica em carboidratos e lácteos pode agravar a acne.

A conclusão conclui que os fatores dietéticos podem influenciar diretamente a manifestação da acne, sugerindo alterações alimentares como um tratamento possível.

BORREGO-RUIZ, Alejandro; BORREGO, Juan J. Estratégias nutricionais e microbianas para tratar acne, alopecia e dermatite atópica. Nutrientes, 2024.

Estratégias nutricionais e microbianas para o tratamento de acne, alopecia e dermatite atópica

Revisão

Análise de tratamentos nutricionais e probióticos em doenças de pele.

Probióticos e prebióticos podem ser eficazes no tratamento de acne, alopecia e dermatite atópica.

O estudo destaca as abordagens nutricionais e microbianas como complementos eficazes para o tratamento de diversas condições dermatológicas.

SALEM, Iman; RAMSER, Amy; ISHAM, Nancy; GHANNOUM, Mahmoud A. O microbioma intestinal como um regulador importante do eixo intestino-pele. Frontiers in Microbiology, 2018.

Revisão sobre o papel do microbioma intestinal na regulação do eixo intestino-pele

Revisão

Análise de como o microbioma intestinal regula a saúde da pele.

O microbioma intestinal regula a função da pele e a resposta imunológica.

O estudo enfatiza a importância da modulação do microbioma intestinal para melhorar a saúde da pele e prevenir doenças dermatológicas.





ÔMEGA 3 E A SAÚDE COGNITIVA: EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS E IMPLICAÇÕES PARA A LONGEVIDADE

As Editoras

ÔMEGA 3 E A SAÚDE COGNITIVA: EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS E IMPLICAÇÕES PARA A LONGEVIDADE

 

Ômega 3: Como Esse Nutriente Pode Proteger Seu Cérebro


Autor: CAMARGO, E.


Resumo: O envelhecimento está frequentemente associado a um declínio cognitivo, tornando essencial a busca por estratégias nutricionais que favoreçam a saúde do cérebro. O estudo de Külzow et al. (2014), publicado no periódico Frontiers in Aging Neuroscience, prevê uma transparência significativa entre o consumo regular de ácidos graxos Ômega 3 e a melhoria das funções cognitivas em idosos. Além disso, pesquisas indicam que o Ômega 3 pode desempenhar um papel protetor contra doenças neurológicas e atuar como um agente anti-inflamatório no cérebro. Este artigo revisa as evidências científicas sobre os benefícios do Ômega 3 para a cognição e discute sua aplicabilidade na promoção da longevidade saudável.


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Estudos recentes apontam que a nutrição desempenha um papel fundamental na manutenção da saúde cerebral

O envelhecimento da população mundial está associado a um aumento na prevalência de declínio cognitivo e doenças neurodegenerativas. Estudos recentes apontam que a nutrição desempenha um papel fundamental na manutenção da saúde cerebral, sendo o Ômega 3 um dos principais nutrientes envolvidos nesse processo (Külzow et al., 2014). Os ácidos graxos Ômega 3, especialmente o ácido eicosapentaenoico (EPA) e o ácido docosahexaenoico (DHA), estão diretamente relacionados à plasticidade cerebral, à comunicação neuronal e à prevenção de inflamações associadas a doenças neurodegenerativas.

Diante dessas evidências, compreender o impacto do Ômega 3 na cognição e no envelhecimento saudável se torna essencial para orientar estratégias preventivas e terapêuticas.

Benefícios Cognitivos do Ômega 3

Aprimoramento da Função Cognitiva

Uma pesquisa conduzida por Külzow et al. (2014) revelou que indivíduos idosos que consomem regularmente Ômega 3 apresentaram melhorias significativas na memória e na velocidade de processamento cognitivo. Acredita-se que esses benefícios estão relacionados à capacidade do DHA de fortalecer a estrutura das membranas neuronais e aumentar a neuroplasticidade, favorecendo o aprendizado e a adaptação cerebral (Külzow et al., 2014).


Proteção Contra Doenças Neurológicas

Além do impacto direto na função cognitiva, o Ômega 3 foi testado por seu papel neuroprotetor. Evidências apontam que a ingestão regular desses ácidos graxos pode reduzir a formação de placas amiloides no cérebro, um dos principais biomarcadores da doença de Alzheimer (Calon et al., 2004). Ainda que estudos em humanos sejam necessários para confirmar essa relação, os resultados sugerem que a suplementação de Ômega 3 pode ser uma estratégia promissora na prevenção de doenças neurodegenerativas.


Ação Anti-inflamatória e Neuroproteção

A inflamação crônica do cérebro é um fator de risco para diversas doenças neurológicas, incluindo a esclerose múltipla e o Alzheimer. Estudos indicam que o Ômega 3 possui propriedades anti-inflamatórias, facilitando a liberação de citocinas inflamatórias e contribuindo para um ambiente cerebral mais saudável (Calon et al., 2004). Essa ação pode ser fundamental para a proteção das funções cognitivas ao longo do envelhecimento.


Fontes de Ômega 3 e Recomendações Nutricionais

Para obter os benefícios do Ômega 3, é fundamental garantir uma ingestão adequada desses ácidos graxos na dieta. As principais fontes alimentares incluem:

  • Peixes gordurosos: Salmão, atum, sardinha e cavala.
  • Sementes e oleaginosas: Linhaça, chia e nozes.
  • Óleos vegetais: Óleo de linhaça e azeite de oliva

Caso a ingestão alimentar seja insuficiente, a suplementação de Ômega 3 pode ser recomendada, sempre sob orientação profissional.

O estudo de Külzow et al. (2014) reforçam a importância do Ômega 3 na manutenção da função cognitiva e na proteção contra doenças neurológicas. Seus efeitos na neuroplasticidade, na redução da inflamação e na prevenção de placas amiloides indicam que esse nutriente possui um papel fundamental no envelhecimento saudável.

Desta forma, a adoção de hábitos alimentares ricos em Ômega 3 pode ser uma estratégia eficaz para preservar a cognição e promover a longevidade. Estudos adicionais são necessários para aprofundar a compreensão sobre a dosagem ideal e seus efeitos a longo prazo na saúde do cérebro.


Referências

CALON, F.; ABAZI, S. et al. A depleção de ácidos graxos poliinsaturados n-3 da dieta ativa caspases e diminui subunidades do receptor NMDA no cérebro de modelo de camundongo com doença de Alzheimer envelhecido. Neurobiology of Disease , v. 15, n. 1, p. 246-260, 2004.


KÜLZOW, N.; MEUSEL, M.; VELTEN, S. et al. Impacto da suplementação de ácidos graxos ômega-3 nas funções de memória em adultos idosos saudáveis. Frontiers in Aging Neuroscience , v. 6, p. 1-9, 2014.